
Volkswagen: início da marca que faz muito sucesso
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A Volkswagen foi criada no começo de 1930, na Alemanha Nazista. Sua primeira construção foi o clássico Fusca. Presente em mais de 150 países, a fabricante de automóveis é uma das maiores do mundo.
Durante suas décadas, a Volkswagen criou muitos veículos de sucesso. E indo além do Fusca, a marca desenvolveu outros veículos que marcaram a história, como a Kombi, Golf, Gol, Jetta, Santana, Passat, Corrado, Caddy, Sharan, Fox entre outros.
Segundo a companhia, a sua missão é desenvolver, produzir economicamente e vender os automóveis mais atrativos e de mais alta qualidade do mundo. Para alcançar isso, a empresa prioriza a alta performance, renovação, respeito e responsabilidade com o cliente.

A chegada da Volkswagen no Brasil
A empresa alemã chegou ao Brasil no ano de 1935, momento em que as primeiras unidades do Fusca haviam sido fabricadas a partir de peças importadas diretamente da Alemanha.
Por conta de seu grande sucesso, a marca construiu, em São Bernardo do Campo, sua primeira fábrica fora do território Alemão.
Conforme as informações da própria empresa, nos momentos atuais a Volkswagen do Brasil conta com mais de 530 concessionárias, quatro fábricas e já fabricou mais de 22 milhões de veículos.

O que aconteceu após o termino da Guerra
A história da Volkswagen tomou rumos diferentes após a Guerra, em 1945. Com a Alemanha invadida e dividida pelos aliados, as instalações da Volkswagen foram temporariamente abandonadas, após serem quase destruídas por bombardeios.
A Alemanha estava sendo dividida entre a França, Inglaterra, Estados Unidos e Rússia. Cada país contava com uma ideia diferente sobre o que fazer com o país e com a fábrica da Volkswagen.
Nesta repartição, a Inglaterra ficou responsável pela região de Fallersleben, onde Michael Ecoy era responsável por comandar a região, logo nomeando o Major Ivan Hirst para administrar a fábrica.
A restauração da Volkswagen
A demanda por automóveis era enorme, isso se dava por conta da Cruz Vermelha, requisitando os veículos para uso em resgate e transporte de feridos. Assim, Hirst ordenou que a fábrica da Volkswagen fosse restaurada, quase reconstruída do zero.
Tudo que estivesse relacionado aos nazistas seria mudado. Além disso, o primeiro passo dado por Hirst foi mudar o nome da região para Wolfsburg. No início, foram produzidos apenas modelos Kübelwagen, sendo ao todo 522 unidades em 1945 e 1968 unidades de outros veículos de guerra.
Mesmo que os ingleses tivessem zero custo na produção, algumas dificuldades precisaram ser enfretadas. A carroceria do Kübel era fabricada pela Ambi-Budd, que, na hora da divisão ficou na parte Russa.
Além disso, muitas máquinas e peças de modelos diferentes foram levadas para outros locais do país, e posteriormente abandonadas.
Quando já não era mais possível seguir com a produção do Kübel, a fábrica ficou fadada a chegar ao seu fim. Entretanto, Hirst mudou a situação. Pegou um KDF-Wagen de 1942, pintou-o e realizou pequenas alterações para apresentá-lo aos militares.
Ficaram impressionados com o veículo e admiraram o quanto ele seria útil no período pós-guerra. Os militares encomendaram 10 mil unidades, salvando a fábrica do seu fechamento e fazendo com que a Volkswagen continuasse sendo fabricado.